O imóvel costuma ser o maior patrimônio da família e, ainda assim, é dos menos protegidos. Segundo a CNseg, o Sudeste concentra 56% dos segurados residenciais e o Nordeste apenas 13%.
Como é montada a apólice
A cobertura básica é incêndio, queda de raio e explosão. Em cima dela, você escolhe as adicionais:
- danos elétricos;
- vendaval, granizo e ciclone;
- roubo e furto qualificado de bens;
- responsabilidade civil (danos a vizinhos e visitantes);
- quebra de vidros e impacto de veículos;
- perda ou pagamento de aluguel enquanto o imóvel não pode ser usado.
O que mais gera sinistro
Na carteira da BB Seguros, entre janeiro de 2023 e maio de 2026, os danos elétricos responderam por 53,3% dos sinistros residenciais, seguidos por danos por água (14,6%) e vendaval e granizo (11,5%). Roubo e furto foram só 2,1%. O dado é de uma seguradora, mas mostra o que costuma acontecer na prática: geladeira, TV e ar-condicionado queimados por oscilação de energia.
Se for contratar só uma cobertura adicional, comece por danos elétricos. É a que mais é usada.
Vale para quem aluga?
Sim. O inquilino pode segurar o conteúdo (móveis e eletrônicos) e a responsabilidade civil; o proprietário cuida da estrutura. Muitas apólices ainda trazem assistências 24h, como encanador, eletricista e chaveiro.
Mercado em alta
O ramo residencial cresceu 9,4% no primeiro quadrimestre de 2026, segundo dados da SUSEP, puxado por eventos climáticos e pelo aumento do custo de reparos. A CNseg projeta alta de 12,3% nos seguros habitacionais em 2026.
Quer saber quanto custa proteger a sua casa? A Texas monta a cobertura com você e compara entre seguradoras.
Fontes consultadas
- CQCS — levantamento da CNseg sobre o consumidor de seguros (jul/2026)
- Monitor Mercantil — danos elétricos em mais da metade dos sinistros residenciais
- Legismap — seguro residencial avança com eventos climáticos
Informações conferidas em . Regras e valores podem mudar; confirme com um especialista antes de contratar.
